Deixo aqui o video (três partes) de uma música que, ultimamente, me tem invadido a cabeça.
Na verdade, no original, são apenas duas partes mas estas três juntas parecem-me ter sentido (youtube nem sempre é de fiar). De qualquer forma vou averiguar a versão correcta. Mas ouçam este momento fantástico dos Pink Floyd ao vivo para "ninguém", tirem vinte minutinhos do vosso tempo e deixem-se ir...
terça-feira, 24 de junho de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Leituras (6)
"...o certo e o errado são apenas modos diferentes de entender a nossa relação com os outros, não a que temos com nós próprios, nessa não há que fiar, perdoem-me a prelecção moralística, é que vocês não sabem, não o podem saber, o que é ter olhos num mundo de cegos, não sou rainha, não, sou simplesmente a que nasceu para ver o horror, vocês sentem-no, eu sinto-o e vejo-o, e agora ponto final na dissertação..."
" Só Deus nos vê, disse a mulher do primeiro cego, que, apesar dos desenganos e das contrariedades, mantém firme a crença de que Deus não é cego, ao que a mulher do médico respondeu, Nem mesmo ele, o céu está tapado..."
" Só Deus nos vê, disse a mulher do primeiro cego, que, apesar dos desenganos e das contrariedades, mantém firme a crença de que Deus não é cego, ao que a mulher do médico respondeu, Nem mesmo ele, o céu está tapado..."
José Saramago in «Ensaio sobre a Cegueira»
terça-feira, 13 de maio de 2008
The National - Apartment Story
Há muito tempo que queria pôr os National no blog, aproveito a ressaca do concerto como desculpa. Que concerto! Aqui ficam duas, são todas tão boas que é difícil escolher.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Lykke Li "I'm good, i'm gone"
Da suécia para o mundo, não só com muita pinta mas com um belo disco. Este video tem um ar um pouco artesanal, bem como o som. Muito bom!
domingo, 20 de abril de 2008
Leituras (5)
«Dançavas, junto a mim, tecia-se já esse laço que me une agora à tua agonia; já, contra minha vontade, eu tinha entrado na tua vida para que um dia ficasse, ainda contra minha vontade, só às portas da tua morte.»
«- O preço da revolução nunca é caro de mais. – Paul olhou-me com desdém. – Vocês nunca chegarão a parte nenhuma, porque não querem pagar esse preço.
- É fácil pagar com o sangue dos outros.
- O sangue dos outros e o nosso é o mesmo sangue – disse Paul.»
in «O sangue dos outros» Simone de Beauvoir
«- O preço da revolução nunca é caro de mais. – Paul olhou-me com desdém. – Vocês nunca chegarão a parte nenhuma, porque não querem pagar esse preço.
- É fácil pagar com o sangue dos outros.
- O sangue dos outros e o nosso é o mesmo sangue – disse Paul.»
in «O sangue dos outros» Simone de Beauvoir
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